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Aula

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Editora:
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Este volume recolhe o texto da aula inaugural da cadeira de Semiologia Literária lido por Roland Barthes no Colégio de França em 1977. A despeito de sua extensão, trata-se de um dos textos mais intensos e mais radicais do autor. Numa linguagem cuja polidez acadêmica sente-se, constante e latente, uma nota de velada ironia, Barthes denuncia na sua aula inaugural a astuciosa pluralidade do poder, cujo discurso da arrogância não é assumido apenas pelos porta-vozes do Sistema, mas no próprio mecanismo da linguagem. Como 'a língua implica uma relação fatal de alienação' na medida em que impõe coerções iniludíveis ao falante, Barthes não hesita em chamá-la de fascista, já que 'fascismo não é impedir de dizer, é obrigar a dizer'. Para ele, só a literatura pode fazer 'ouvir a língua fora do poder', por ser o lugar de eleição 'das forças de liberdade', quando mais não fosse pelo exercício daquela 'função utópica' que ela sempre escolheu exercer. Traduzido para o nosso idioma por Leyla Perrone-Moisés, a obra em sua edição nacional recebeu um prefácio em que, ao analisar-lhe o conteúdo e as implicações do texto, faz brilhantes observações sobre toda a obra de Roland Barthes.
Autor(es):
Roland Barthes
Dimensões:
19,0cm x 13,0cm x 0,5cm
Páginas:
112
Acabamento:
Brochura
ISBN:
9788531600296
Código:
0000312280
Código de barras:
9788531600296
Edição:
1ª edição
Peso:
115
  • Informações do produto Seta - Abrir
    Este volume recolhe o texto da aula inaugural da cadeira de Semiologia Literária lido por Roland Barthes no Colégio de França em 1977. A despeito de sua extensão, trata-se de um dos textos mais intensos e mais radicais do autor. Numa linguagem cuja polidez acadêmica sente-se, constante e latente, uma nota de velada ironia, Barthes denuncia na sua aula inaugural a astuciosa pluralidade do poder, cujo discurso da arrogância não é assumido apenas pelos porta-vozes do Sistema, mas no próprio mecanismo da linguagem. Como 'a língua implica uma relação fatal de alienação' na medida em que impõe coerções iniludíveis ao falante, Barthes não hesita em chamá-la de fascista, já que 'fascismo não é impedir de dizer, é obrigar a dizer'. Para ele, só a literatura pode fazer 'ouvir a língua fora do poder', por ser o lugar de eleição 'das forças de liberdade', quando mais não fosse pelo exercício daquela 'função utópica' que ela sempre escolheu exercer. Traduzido para o nosso idioma por Leyla Perrone-Moisés, a obra em sua edição nacional recebeu um prefácio em que, ao analisar-lhe o conteúdo e as implicações do texto, faz brilhantes observações sobre toda a obra de Roland Barthes.
  • Especificações Seta - Abrir
    Autor(es):
    Roland Barthes
    Dimensões:
    19,0cm x 13,0cm x 0,5cm
    Páginas:
    112
    Acabamento:
    Brochura
    ISBN:
    9788531600296
    Código:
    0000312280
    Código de barras:
    9788531600296
    Edição:
    1ª edição
    Peso:
    115
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